Salvador, 20 de fevereiro de 2016.
Vinde Espírito Santo, enchei os corações dos Vossos fiéis, e acendei neles o fogo do Vosso amor. Enviai, Senhor, o Vosso Espírito, e tudo será criado, e renovareis a face da Terra. Oremos, ó Deus, que instruístes o coração dos Vossos fiéis, com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos todas as coisas, segundo o mesmo Espírito. E gozemos sempre de Suas divinas consolações, por Cristo Senhor Nosso. Amém.
Vinde Espírito Santo, enchei os corações dos Vossos fiéis, e acendei neles o fogo do Vosso amor. Enviai, Senhor, o Vosso Espírito, e tudo será criado, e renovareis a face da Terra. Oremos, ó Deus, que instruístes o coração dos Vossos fiéis, com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos todas as coisas, segundo o mesmo Espírito. E gozemos sempre de Suas divinas consolações, por Cristo Senhor Nosso. Amém.
Poderia ser mais uma bela noite de sábado, com a lua em sua plenitude a nos observar. Todavia, a mesma fonte de luz proporcionou algo ainda maior. Se não para todos, pelo menos para mim. E um ambiente que parecia tão estranho e incômodo, se tornou puramente meu. Invocamos a presença do Espírito Santo naquele lugar e depois de muito tempo de uma imensa frieza espiritual, consegui abrir o meu coração para poder voltar àquele primeiro amor. E bendito seja Deus, e o Seu Filho, para nos enviar o seu Espírito para não nos deixar desamparados.
De coração aberto, contrito, pude enfim voltar a sentir aquele Espírito se fazendo presente em mim, me impulsionando, levantando, invadindo e me fazendo querer mais e mais. Assim, comecei a pedir e a interceder, coisa que não fazia a meses, e entregando toda a programação daquele luau, com a certeza de que o Espírito Santo iria se fazer presente para todas aquelas pessoas presentes em prol de uma única coisa, de um único amor.
Todavia, quando achei que iria embora, começaram a rezar o terço. E nesse momento, fiquei aliviado por meus pais terem ficado mais um pouco e pela oportunidade de rezar o terço, pela necessidade que senti naquele momento. E ao fim do terço, depois de muita luz, nos erguemos com cada vela. Poderia até ser uma metáfora perfeita para o meu contexto. Enquanto ela se acendia pela primeira vez, ela se manteve acesa e brilhante. Inspiradora, até. Porém, num momento de descuido, sua luz queimou e machucou uma pétala vizinha, e seu fogo teve de ser apagado. Sem luz, parecia triste, abatida, até que ela foi reacendida e voltou a ter vida, sem mais ser apagada, sem mais descuidada, até ser transmitida a outro alguém.
Finalizado o terço, meus pais me chamaram para ir embora. Entretanto, fui surpreendido ao conversar com um rapaz que estava quase do meu lado, o qual cheguei a compartilhar da minha luz por um momento. Todavia, quem estava cheio de luz era ele. Com uma simpatia ímpar, ele simplesmente me abraçou, sorriu e perguntou meu nome, seguido da minha resposta. Posteriormente, ele disse algumas palavras que eu queria poder ter gravado e ter reproduzido por várias vezes, tamanha a veracidade e benção daquelas palavras, as quais seriam:
"Não tenha medo de se aproximar de Deus, de se manter em oração, de orar, de estar próximo d'Ele. Mesmo que achem que você é louco ou careta, não tenha vergonha. Não tenha medo."
Em seguida, eu não consegui pensar em mais nada a dizer a não ser: "É exatamente isso que eu precisava ouvir. Muito obrigado". Assim, ele fez uma breve despedida me convidando para ficar para a pregação dele, a qual não poderia ficar, infelizmente. Porém aquelas palavras me deixaram extremamente perturbado. De uma forma incômoda, beirando a urgência de querer mais daquilo. Como uma pessoa que nunca me viu na vida, mal sabia de mim e podia dizer palavras tão completas e preenchidas? Eu precisava de mais! E aquilo continuou me perturbando excessivamente. E assim, percebi a ação do Espírito Santo. Confirmando a sua presença em mim, através dele, e me fazendo enxergar além do que precisava.
Restou-me acalmar o coração e escrever para espantar um pouco a aflição. Todavia, ainda espero conversar com o pregador para poder conversar mais sobre isso e fazer com que essa luz não se apague, mas se torne ainda mais forte.
De coração aberto, contrito, pude enfim voltar a sentir aquele Espírito se fazendo presente em mim, me impulsionando, levantando, invadindo e me fazendo querer mais e mais. Assim, comecei a pedir e a interceder, coisa que não fazia a meses, e entregando toda a programação daquele luau, com a certeza de que o Espírito Santo iria se fazer presente para todas aquelas pessoas presentes em prol de uma única coisa, de um único amor.
Todavia, quando achei que iria embora, começaram a rezar o terço. E nesse momento, fiquei aliviado por meus pais terem ficado mais um pouco e pela oportunidade de rezar o terço, pela necessidade que senti naquele momento. E ao fim do terço, depois de muita luz, nos erguemos com cada vela. Poderia até ser uma metáfora perfeita para o meu contexto. Enquanto ela se acendia pela primeira vez, ela se manteve acesa e brilhante. Inspiradora, até. Porém, num momento de descuido, sua luz queimou e machucou uma pétala vizinha, e seu fogo teve de ser apagado. Sem luz, parecia triste, abatida, até que ela foi reacendida e voltou a ter vida, sem mais ser apagada, sem mais descuidada, até ser transmitida a outro alguém.
Finalizado o terço, meus pais me chamaram para ir embora. Entretanto, fui surpreendido ao conversar com um rapaz que estava quase do meu lado, o qual cheguei a compartilhar da minha luz por um momento. Todavia, quem estava cheio de luz era ele. Com uma simpatia ímpar, ele simplesmente me abraçou, sorriu e perguntou meu nome, seguido da minha resposta. Posteriormente, ele disse algumas palavras que eu queria poder ter gravado e ter reproduzido por várias vezes, tamanha a veracidade e benção daquelas palavras, as quais seriam:
"Não tenha medo de se aproximar de Deus, de se manter em oração, de orar, de estar próximo d'Ele. Mesmo que achem que você é louco ou careta, não tenha vergonha. Não tenha medo."
Em seguida, eu não consegui pensar em mais nada a dizer a não ser: "É exatamente isso que eu precisava ouvir. Muito obrigado". Assim, ele fez uma breve despedida me convidando para ficar para a pregação dele, a qual não poderia ficar, infelizmente. Porém aquelas palavras me deixaram extremamente perturbado. De uma forma incômoda, beirando a urgência de querer mais daquilo. Como uma pessoa que nunca me viu na vida, mal sabia de mim e podia dizer palavras tão completas e preenchidas? Eu precisava de mais! E aquilo continuou me perturbando excessivamente. E assim, percebi a ação do Espírito Santo. Confirmando a sua presença em mim, através dele, e me fazendo enxergar além do que precisava.
Restou-me acalmar o coração e escrever para espantar um pouco a aflição. Todavia, ainda espero conversar com o pregador para poder conversar mais sobre isso e fazer com que essa luz não se apague, mas se torne ainda mais forte.
"De fato, aquele que ama a vida
e deseja ver dias felizes
guarde sua língua do mal
e seus lábios de proferir mentiras;
afaste-se do mal e pratique o bem,
busque a paz e procure segui-la."
1 Pe 3, 10-11

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